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EDUCAÇÃO


INTRODUÇÃO

O final da Segunda Guerra Mundial criou um clima amplamente favorável a democracia e a emancipação dos países que ainda estavam sob o jugo colonial de nações estrangeiras. A vitória no confronto com os nazistas liderada pelos Estados Unidos, Inglaterra e França trazia no seu bojo o claro constrangimento das nações europeias. Esses países da Europa, que proclamavam em alto e bom tom o seu ideário liberal e democrático, ainda se valiam do domínio sobre territórios africanos e asiáticos para aumentar suas riquezas e fortalecer suas economias.

Isso aumentava ainda mais as dificuldades internas dos países africanos em busca de emancipação e estabilidade política e económica. Até mesmo em países que teoricamente estavam mais preparados para realizar a transição da posição de colónias para a de países livres, como eram os casos do Quénia e da Nigéria (ex-colônias britânicas) ocorreram muitos problemas.

Continuando neste mesma ideia abordaremos no trabalho o processo de emancipação política no Quénia onde falaremos dos vários aspectos que retractaram este mesmo processo sem deixar de referenciar a sociedade secreta dos Mau Mau e sem sombra de duvidas da figura de JOMO KENYATA no processo de emancipação política do Quénia.

AS ORIGENS DO MOVIMENTO NACIONALISTA NO QUÉNIA

O Quénia levou mas de quinze anos a reconhecer um dirigente africano, já em 1947 estava Jomo Kenyata, regressado de Londres onde estudou formando-se em economia, onde o mesmo já ensaiava uma celebre frase; FACE AO MONTE QUÉNIA, sobre o seu povo Kikuyu e depressa encarnou a constatação ao sistema que vigorava no Quénia.

Os Kikuyus aliados aos Merus e Embus eram os povos mais afectados com o regime colonial entre a população queniana. Os britânicos adoptaram uma política de colónia de povoamento no Quénia, já em 1950 contavam-se cerca 60.000 europeus que ocupavam mas 43.000. km, sendo 34.000.km de terras férteis aráveis, as White Highlands. Apenas uma ínfima minoria da população cerca de 1% monopolizava 25% de solos cultiváveis do Quénia.

Os Quenianos e agrupados nas reservas de solos esgotados, afluíam para a cidade onde todas as actividades económicas estavam nas mãos dos europeus ou dos Hindus( cerca de 160.000). Para os africanos sobravam-lhes os bairros miseráveis, desemprego e a segregação racial.

Os africanos tinham quatro representantes no concelho legislativo, contra nove dos colonos. Perante Jomo Kenyata tinha-se a impressão de uma forte força da natural( alto de estatura, olhos vivos, voz grossa, mãos de gigante para dominar um grande empreendimento e uma forte determinação inquebrantável). Jomo Kenyata conseguia manter as suas origens mesmo com a convivendo com a cultura ocidental, arvorando a cauda de uma animal e o boné kikuyu. O governo britânico não soube distinguir a personalidade de Jomo Kenyata um trunfo político essencial.

J.Kenyata em quanto professor de instrução primaria já havia fundado uma associação de educadores que muito depois torna-se o presidente do kenya African Union ( K.A.U), onde o programa nada tinha de incendiário. Onde apenas defendiam o seguinte:

Ampliação da representação africana no concelho legislativo de quatro para doze membros.

Igualdade no concelho executivo.

Abolição dos atropelos a liberdade democrática, de expressão e de reunião.

O alargamento da educação para os africanos.

O apoio aos sindicatos.

Podemos afirmar que J.Kenyata era um modernista e um patriota, mas não deixava de introduzir na animação dos militantes do seu partido elementos tradicionais, como a utilização das classes de idade

AS SOCIEDADES SECRETAS NA ÁFRICA : OS MAU MAU E A LUTA PELA DESCOLONIZAÇÃ DO KENIA

A partir de 1950 uma grande efervescência agitou a tribo Kikuyu, a mais evoluída e cujo território foi o dos mais submetidos á crescente presença dos colonos.

Constituíram-se grupos clandestinos que utilizavam praticas de juramento e sacrifícios para unirem todos os membros numa solidariedade que muitas vezes foi utilizada para acções punitivas sangrentas contra os colonos e os africanos que aceitavam trabalhar ou simplesmente conviver com os europeus entre eles os criados, cristãos, colaboradores. Sendo assim apoderou-se uma exagerada xenofobia de numerosos africanos nos altos planalticos dominados pelos europeus.

Os assassinatos sucederem-se, as sabotagens e o movimento foi conhecido no exterior como os MAU MAU.

J.Kenyata foi logo apontado por certos sectores da imprensa mundial como sendo o principal pioneiro daquela sublevação, mas o governo britânico não imprimiu qualquer aceleração ao processo de libertação política do Quénia, antes pelo contrario existiam europeus que pediam o reforço da dominação branca, a fim de poderem controlar a situação, onde o mesmos diziam; ESTAMOS PARA FICAR.

Era este o slogan de um manifesto que eles haviam lançado, visando forçar as autoridades britânicas a tomar um posição bem clara sobre a permanência e o poder dos brancos no Quénia.

Este momento foi aproveitado para que alguns sindicalistas extremistas como o hindu M.SINGH e o irrequieto FRED KUBAI, para lançarem os sindicatos numa violenta agitação antieuropeia e anticolaboracionista mas depois foram presos e a greve geral não dourou muito. Uns ainda reclamavam armas para poderem defender suas casas.

Em 1951 o secretario de estado para as colónias JAMES GRIFFITH, anuncia que nada iria passar de novo no plano constitucional. Governador MITCHEL nada via de alarmante na situação, chegando mesmo a afirmar que os MAU MAU não passavam de um pequeno caso de agitação religiosa como aqueles que desde o inicio da colonização surgiam periodicamente.

Perante essa situação JOMO KENYATA aumentava a sua influencia sobre o partido Kenya African Uniom onde tornavam-se cada vez mais os seus discursos eram bastantes incentivadores; “ Que ninguém receie em derramar o seu sangue para recuperar as terras”. Muitas vezes esse mesmo incentivos eram em formas de hinos da K.A.U, que eram imitados dos cânticos religiosos e das marchas oficiais britânicas, onde substituíam a palavra rei pelo nome de Kenyata.

Foi neste período de tensão que muitas vezes consideravam mesmo de barril de pólvora que chega em Outubro de 1952 o novo governador, SR.E.BARING, que para o acolher é levado acabo um atentado a uma dezena de quilómetros de Nairobi, eliminando o velho e fiel chefe Kikuyu WARUHIU. Logo é proclamado o estado de emergência. J.Kenyata é preso com 98 dos seus homens, são lançadas de pára-quedas as tropas do Médio Oriente e começa uma guerra de repressão, onde é marcada por uma terrível atrocidades de ambos os lados.

J.Kenyata é julgado em Kapenguria e é tornado como o responsável pela situação e condenado a sete anos de prisão.

Mas muitas perguntas acabaram por ficar no ar.

1-Teria sido ele o instigador do movimento?

2-Te-lo-ia dirigido na sobra?

3-Ou simplesmente tolerou-o porque via nele uma espada de dois gumes, que incitaria os brancos a acelerarem o processo de emancipação?

4- Ou foi ultrapassado pelos extremistas, como o grupo dos quarenta(antigos camaradas de iniciação em 1940), que com ele haviam animado a Kikuyu Central Association ( K.C.A), rapidamente interdita?

Muitos dizem que ninguém o sabe. Embora que em 1851 numa reunião publica em Naiorobi, organizada pelos europeus, que o queriam por a prova, temha condenado os MAU MAU e sublinhava com uma ponta de malícia que até o nome dado nada significava na língua africana e que sempre houvera ligações de facto, mais ou menos visíveis entre a K.A.U. e a K.C.A , e por um lado e por outro os dirigentes.

A atitude de Kenyata foi considerada de inteligente, porque mesmo os Kikuyus encontravam-se divididos. Alguns incluindo os cristãos, chocados pelas praticas dos Mau Mau, eram de opinião de que esta revolta sangrenta só retardaria a marcha para o futuro. O resultado mas evidente da sublevação consistia em por brutalmente o problema político do Quénia perante a opinião britânica.

A CONSTITUIÇÃO LITTELSON

Com a entrada do novo secretario estado para as colónias, LITTELSON, os colonos reconheceram de que as coisas não poderiam voltar a ser exactamente como antes, e Littelson retomou o problema com a ideia de formar uma comunidade política multirracial no quadro da LEADERSHIP britânica de Londres e dos colonos, onde Littelson diz;

- Os europeus deveriam ter três ministros no novo conselho de ministros previstos para Nairobi.

- Os Asiáticos dois ministros.

- Os Africanos pela primeira vez um ministro.

Esta ideia de Littelson causou forte reaçãoes na comunidade branca, salvo no representante de RIFT VALLEY, M.BLUNDELL, que viu na política multirracial a única tábua de salvação. Os ultra agruparam-se em torno do capitão BRIGGS e o governador afastou do posto de ministro o político africano mais moderado e conhecido da época , E.MATHU, que por sinal era Kikuyu. Este ostracismo decepcionou todos os observadores africanos. A federação dos sindicatos liderados por TOM M´BOYA aproveitou a ocasião para assegurar um papel político de oposição.

Em resposta a isso tudo o novo secretario de estado para as colónias A .LENNOX BOYD, decidiu refrear a evolução.

Autorizou de novo os partidos, mas no quadro exclusivo do distrito.

Nas eleições nos termos da antiga constituição( C.littelson), só podiam votar os que possuíssem um certificado de lealismo nas tribos Kikuyus, Embus e Meru. Sendo o voto um considerado um privilegio, e não um direito, eram exigidas condições draconianas e aqueles que reuniam o máximo de critérios beneficiavam de um voto que podia ser triplo por cabeça.

Nestas eleições conquistou a vitoria o partido europeu de BRIGGS. Os funcionários europeus agitaram-se para eliminar MATHU, o moderado, em proveito de um não Kikuyu. Da mesma maneira o financeiro E.VASEY, adepto do multirracialismo foi abandonado pelo bloco europeu e africano e batido. E.VASEY foi oferecer os seus serviços a Julius Nyerere.

LENNOX BOYD, que havia atribuído aos africanos mais um ministro, pretendera que o equilíbrio das forças raciais no Quénia ficaria fixado e congelado por dez anos. TOM M`BOYA que pensaria em boicotar as eleições mudava de opinião após conselhos de ANEURIN BEVAN e conquista a vitoria em Nairobi contra um jovem jurista africano ªKODHEK. Logo encarregou-se em boicotar por obstrução e aplicação da nova constituição, enquanto que ODINGA não hesitava em celebrar de novo publicamente o nome de J.KENYATA. Foi assim que os dois partidos alinharam frente a frente, o mais dinâmico e mais forte dos quais era o mais radical, partidos esses respectivamente a favor dos europeus e dos africanos.

O partido unificado de BRIGGS vencia o partido multirracial de BLUNDELL, enquanto o Partido Nacional do Quénia( partido multirracial afro-asiático que contava com um único trânsfuga branco), dirigido por MULIRO, era muito inferior ao Partido Queniano da Independência, dirigido por ODINGA E TOM M´BOYA.

ACONTECEMENTOS QUE VIERAM A ACELERAR A REFORMA POLITICA

Em 1959, em conformidade com o relatório da comissão real para o leste africano, foi reconhecida aos quenianos de todas as raças o direito de propriedade sobre as terras altas.

Ruía o monopólio dos colonos para raiva de muitos. Alem disso, para o ano de 1960 estava prevista a independência de numerosos países africanos francofonos.

J.MAC.LEOD, substitui no cargo de secretario do estado as colónias LENNOX BOYD, trazia consigo maneiras de ver a situação política no Quénia, inteiramente novas.

Em 1960 uma conferencia política reunia os dirigentes do Quénia em Lancaster House. Os africanos tomaram aí a iniciativa, unindo as delegações dos dois partidos sob a direcção de R.NGALA e de TOM M´BOYA. Exigiram, na falta de J.KENYATA, a presença do seu velho companheiro, KOINANGE, residente no GHANA.

A INDEPENDÉNCIA

O primeiro ministro MAC MILLAN, percorrendo a África, falava em ventos de mudanças que sopravam sobre todo o continente. Apesar de BRIGSS ter falado em vitoria para os Mau Mau, e graças a compreensão de BLUNDELL, os africanos conseguiram bons resultados em Lancaster House:

Teriam de futuro a maioria, tanto no legislativo como no executivo.

Nenhum europeu poderia ser eleito sem apoio de uma maioria de africanos.

DESENTENDIMENTOS ENTRE OS MOVIMENTOS NACIONALISTAS

Com tudo TOM M`BOYA, de regresso de Lancaster House, declarava já no aeroporto que aqueles acordos estavam ultrapassados “ A LUTA CONTINUA”.

Na verdade e contrariamente aos multirracialistas, os nacionalistas quenianos não admitiam direitos colectivos para a comunidade europeia, mas apenas garantias a definir quanto aos direitos individuais. Em Março de 1960 nascia a KENYA NATIONAL UNION (K.A.N.U), Tendo como slogan UHURU ( independência) e como presidente virtual JOMO KENYATTA.

A K.A.N.U. foi sacudida por forças separatistas. A K.A.N.U, parecia demasiado dominada pelas etnias maioritarias dos Kikuyus,Lwos,Embus,kambas. As tribos de pastores Masai e Kalenjil, que diziam ser os primeiros ocupantes das altas terras férteis, antes da chegada dos Kikuyus, juntaram-se num partido adverso a KENYA AFRICAN DEMOCRATIC UNION (K.A.D.U), sob direcção de NGALA E MULIRO.

Todo isso desencadeou um movimento de desinvestimento maciço por parte das sociedades europeias e particulares, tanto mais é que depois de ganhar as eleições de 1961 a K.A.N.U recusava-se a cooperar e formar o governo sem antes a libertação de J.KENYATTA. o governador REMISON continuava a considerar J.Kenyata como “ DIRIGENTE AFRICANO DAS TREVAS E DA MORTE”, recusou-se a liberta-lo e preferiu voltar-se para o dirigente da minoria, R.NGALA, que aceitou a constituir um governo de coligação com BLUNDELL e os Asiáticos.

Esta coligação foi um fracasso. Porque?

Tiveram de suportar o assalto furioso dos nacionalistas da K.A.N.U. J.KENYATTA libertado procurou em vão reunir os dois partidos sob sua tutela. A K.A.D.U fechava-se numa política regionalista e girondina para garantir os direitos das minorias, chegando mesmo a consultar um perito suíço para um regime confedera.

A NOVA COMFERÉNCIA DE LANCASTER HOUSE EM 19161 E A MARCHA FINAL PARA A INDEPENDENCIA.

Nesta nova conferencia, R.MAUDLING viu a delegação da K.A.N.U, dirigida por J.KENYATTA a ser mais maleável ás pretensões da K.A.D.U. Foi admitida a constituição de duas camarás( uma dos Representantes e outra do Senado) e a criação de seis regiões com assembleias locais. Com efeito a K.AN.U. tinha como objectivo principal a independência e não hesitava em fazer concessões nesta óptica. Em breve surgiu mesmo uma crise nas suas fileiras. Os Lwos de TOM M`BOYA, achando que os Kikuyus ficavam para si com a parte do Leão, separaram-se deles momentaneamente nos partidos com bases tribais. Também as guerras para o principal lugar do partido entre ODINGA e T´BOYA.

J.Kenyata ao ver que o seu partido estava em crise retomou-o em suas mãos e conduziu-o a uma vitoria fulgurante mas eleições de Maio de 1962, impondo mesmo a K.A.N.U. como o único partido verdadeiramente nacional, formando o governo colocando ODINGA como ministro do interior e T.M`BOYA como ministro da justiça e assuntos constitucionais.

J.Kenyata realista e magnânimo , renovou logo a amizade com os colonos, que lhe tributaram uma ovação em Nakuru. Em Setembro de 1963. a ultima conferencia de Londres pós em conflito a K.AN.U e a K.A.D.U, com as suas teses centralistas e regionalistas, com a sua chantagem reciproca.

A K.A.N.U. assegurou o essencial, fazendo reconhecer o direito de livre circulação das forças de ordem em todo o território. Em 12 de Dezembro de 1963 foi a grande festa da independência, que não excluía o caracter premente de numeroso problemas.

Existiam conflitos de fronteiras com a Etiópia e as conversações com o Tanganhica e a Uganda para a constituição uma federação da África Oriental falhavam.

Oginga Odinga que abraçou as ideias marxistas, criava em 1966 a Kenya Peoples Union (K.P.U).

Assassinato de T.M`BOYA, as perturbações entre os vários grupos étnicos(kikuyus e lwos), a substituição de políticos veteranos para jovens políticos.

A africanizarão faz-se em conta gotas, perante a dominação da propriedade e o enquadramento por parte dos Asiáticos Britânicos.

Em fim, foi perante este quadro que o Quénia torna-se independente em 12 de Dezembro de 1963.

CONCLUSÃO

Depois de um estudo prévio do nosso trabalho podemos concluir o seguinte:

Ma uma vez estamos presente a situação de que o processo de emancipação política em África e no nosso caso do Quénia não foi feita ou dada pelos europeus foi obra e força dos africanos que assim o conseguiram.

O Quénia apresentava num principio um quadro muito complicado, era uma colónia de povoamento para os ingleses já que apresentava grandes terras para o desenvolvimento da agricultura. Onde os ingleses em beneficio próprio restringiam o acesso a essas terras aso africanos e eram relegados ao desemprego, segregação racial e as terras menos produtivas. Os inglese não acautelaram-se disto já que o Quénia apresentava o quadro tribal muito complicado onde a maioria eram a tribo Kikuyus que eram os mais afectados pela política colonial.

Não podemos deixar de referenciar a sociedade secreta que apareceu depois e que contribuiu para o enfraquecimento do poder colonial e que muitas vezes não só atacavam os colonos assim como os próprios africanos também, que ficou conhecida como os MAU MAU. Podemos dizer ainda que o surgimento dos partidos políticos no Quénia surgiram numa base étnica, onde muitas vezes por causa disso surgiam desentendimentos em que nada ajudavam o processo de emancipação política, onde as principais forças eram a KA.N.U e a K.A.D.U.

Na medida em que foram se trocando de governadores e secretários de estados tentaram implementar novas constituições para se poder resolver os problemas das sublevações, mas os quenianos defendiam a autonomia.

Em suma não podemos deixar de referenciar a figura principal para o êxito deste processo. JOMO KENYATTA.

J.KENYATTA foi um político que sempre defendia a autonomia, onde muitas vezes em jeito de animação incentivava os seus seguidores para lutarem e dar o sangue para a libertação das terras. Mesmo condenado e preso não deixou de influenciar outros para a luta final. Em suas teses defendia que os quenianos deveriam evitar que as suas terras ficassem nas mãos dos europeus. Com um sentido diplomático mesmo ganhando as eleições não deixou reaver a amizade com os colonos e reunir outras tribos e partidos políticos para o rumo a independência de 1963.

Autor: Ildazio Pataca

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